Brasil Urgente

Brasil supera Israel, Irã e Alemanha em ranking de poder bélico; veja lista

País ocupa posição de destaque em levantamento global; Lula defende investimentos para garantir a soberania nacional

Por Redação
REDAÇÃO

09/03/2026 • 17:52 • Atualizado em 09/03/2026 • 17:52

O Brasil consolidou sua posição como uma das principais potências bélicas do planeta, ocupando agora o 11º lugar no ranking mundial de forças militares. O desempenho coloca o país à frente de nações com histórico de conflitos e alta tecnologia, como Israel, Alemanha e Irã, refletindo um robusto investimento e uma infraestrutura estratégica diferenciada.

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Critérios da força militar brasileira

A ascensão brasileira no ranking é sustentada por cinco critérios fundamentais que avaliam a capacidade de defesa e ataque de uma nação. Entre os pontos destacados estão o número de soldados ativos e o orçamento anual de defesa, que hoje ultrapassa a marca de 26 bilhões de dólares.

Além do aporte financeiro, a classificação considera o inventário de veículos blindados de combate, o poder de fogo da frota da Marinha e a capacidade da Aeronáutica. A combinação desses fatores garante ao Brasil uma infraestrutura de defesa considerada altamente relevante no cenário internacional.

Veja a lista com o top 20:

  1. Estados Unidos
  2. Rússia
  3. China
  4. Índia
  5. Coreia do Sul
  6. Reino Unido
  7. França
  8. Japão
  9. Turquia
  10. Itália
  11. Brasil
  12. Paquistão
  13. Indonésia
  14. Alemanha
  15. Israel
  16. Irã
  17. Austrália
  18. Espanha
  19. Egito
  20. Ucrânia

Mobilização industrial e geografia

Para analistas, o grande diferencial do Brasil não reside apenas em seu arsenal, mas em sua capacidade de mobilização em caso de conflito. Por ser um país de dimensões continentais, o Brasil possui uma base industrial diversificada que pode ser rapidamente revertida para o esforço de guerra, como setores de borracha, celulose e manufatura em geral.

Essa versatilidade industrial, aliada a uma geografia estratégica, oferece o respaldo necessário para sustentar operações prolongadas. Na visão de especialistas, o poder de uma nação é medido pela capacidade da sua indústria de se transformar e intensificar a produção bélica quando necessário, algo que o Brasil demonstra possuir em larga escala.

Lula defende fortalecimento da defesa

Diante da relevância estratégica do país, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta segunda-feira (9), a ampliação dos investimentos no setor. Durante encontro com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, no Palácio do Planalto, Lula alertou para a necessidade de o Brasil estar pronto para proteger seu território.

"Se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente", afirmou o presidente. Para o petista, o fortalecimento das Forças Armadas deve ser visto como um instrumento de "dissuassão", garantindo que o país tenha meios de desencorajar eventuais ameaças externas antes que elas se concretizem.

Apesar do expressivo poderio militar, o tom oficial segue focado na paz. Especialistas reforçam que, embora o Brasil tenha capacidade de mobilização industrial e militar para figurar entre as maiores potências do mundo, a tradição diplomática brasileira prioriza a estabilidade e a solução pacífica de controvérsias.

Equilíbrio entre gastos e social

Apesar do tom atual em prol da defesa, o presidente manteve sua postura crítica ao cenário global de armamentos. Lula ponderou que, embora o Brasil precise se proteger, continua defendendo em fóruns internacionais que as grandes potências deveriam destinar os bilhões gastos em guerras para o combate à fome.