
Vigilante mata mulher e baleia companheiro após discussão por música no RJ
Band TV
Uma discussão motivada pela escolha de uma música terminou com uma mulher morta e um homem ferido na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. A vítima, Cristiane Lira de Araújo, de 40 anos, foi atingida por disparos de arma de fogo em frente a um bar onde confraternizava com familiares e amigos. O companheiro de Cristiane também foi baleado durante o ataque e encaminhado para atendimento médico.
De acordo com o relato de testemunhas e familiares, o desentendimento começou porque o autor dos disparos não aceitou esperar para ouvir uma canção em uma caixa de som. Após ser contrariado, o homem deixou o local, buscou uma arma em sua residência e retornou minutos depois. Relatos colhidos no local indicam que o suspeito chegou a consumir uma cerveja antes de se aproximar da vítima e efetuar os disparos.
Estado de saúde e investigação policial
O marido de Cristiane foi atingido na região do abdômen. Após receber os primeiros socorros, ele fpo transferido para um hospital, onde permanece internado em estado estável. A Polícia Militar foi acionada na noite de sábado, mas o autor do crime já havia fugido quando os agentes chegaram ao estabelecimento.
As investigações da Polícia Civil revelaram que o suspeito trabalha como vigilante. Em depoimento, a esposa do homem afirma que ele confessou o crime por telefone. Segundo ela, o vigilante pretendia permanecer escondido por alguns dias antes de se apresentar à delegacia acompanhado de um advogado.
Impacto familiar e medidas judiciais
O crime ocorreu em uma data simbólica para a família, na véspera do aniversário de um dos filhos de Cristiane e também do Dia das Mães. Testemunhas relataram que a filha da vítima, uma adolescente de 12 anos, presenciou o homicídio e entrou em estado de choque. Outras crianças também estavam nas proximidades no momento dos disparos.
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) conduz o caso e realiza buscas para localizar o paradeiro do vigilante. Os investigadores já solicitaram à Justiça a expedição de um mandado de prisão contra o autor. A polícia busca agora novas evidências e depoimentos que ajudem a concluir o inquérito sobre a dinâmica do ataque premeditado.
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