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Empresário é preso após atropelar e matar motoboy em Maringá (PR)

Márcio Fantin Marcelino, de 47 anos, foi preso em flagrante após causar acidente, fugir sem prestar socorro e disparar tiros de dentro de sua residência

MARK FIGUEREDO

20/05/2026 • 16:46 • Atualizado em 20/05/2026 • 16:46

Empresário é preso após atropelar e matar motoboy em Maringá (PR)

Empresário é preso após atropelar e matar motoboy em Maringá (PR)

Band TV

O empresário e atirador esportivo Márcio Fantin Marcelino foi preso após uma série de crimes que culminou na morte do pastor, radialista e motoboy Alex Batista Pereira, de 31 anos. O caso aconteceu na cidade de Maringá, no Paraná.

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Tudo começou quando o empresário, dirigindo uma caminhonete, avançou uma via preferencial e atingiu em cheio a motocicleta conduzida por Alex. O momento foi registrado por uma câmera de segurança. Após a colisão, que resultou na morte imediata da vítima, Márcio não prestou socorro e fugiu do local.

Em interrogatório, o empresário alegou que fugiu por medo de ser agredido, afirmando ter sido orientado por um morador da região a deixar o local.

O Confronto e os Tiros

Ao saber do paradeiro do motorista, um grupo de motociclistas se reuniu em frente à casa de Márcio para protestar. Mesmo estando em casa, o empresário abriu fogo contra os manifestantes e contra profissionais da imprensa que acompanhavam o caso.

Imagens feitas por celular mostram o momento em que a confusão começa. Em um dos vídeos, é possível ouvir a esposa do empresário registrando o momento em que ele finalmente liga para a Polícia Militar para comunicar o acidente, alegando que estava em casa por receio de ser linchado.

Prisão e Acusações

O empresário foi preso em flagrante e a arma utilizada nos disparos foi apreendida. De acordo com os agentes, Márcio apresentava sinais visíveis de embriaguez e recusou-se a realizar o teste do bafômetro.

A prisão em flagrante de Márcio Fantin Marcelino foi convertida em preventiva. Ele responderá pelos crimes de homicídio culposo (quando não há intenção de matar), omissão de socorro e disparos de arma de fogo.

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