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Empresários são presos suspeitos de financiar plano contra promotor do Gaeco

Segundo as investigações, eles atuam nos setores de comércio de veículos e transporte e teriam fornecido recursos para a logística e para a aquisição de armamentos

KELLY DIAS

29/08/2025 • 17:06 • Atualizado em 29/08/2025 • 17:06

Empresários são presos suspeitos de financiar plano contra promotor do Gaeco

Empresários são presos suspeitos de financiar plano contra promotor do Gaeco

Reprodução/Brasil Urgente

Dois empresários foram presos em Campinas, no interior de São Paulo, sob suspeita de financiar um plano para assassinar o promotor Amauri Silveira Filho, que integra o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público. As prisões ocorreram em uma operação conjunta entre o 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) e o Gaeco.

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Os detidos foram identificados. Segundo as investigações, eles atuam nos setores de comércio de veículos e transporte e teriam fornecido recursos para a logística e para a aquisição de armamentos que seriam usados em uma emboscada contra o promotor.

Operação cumpre mandados e apreende armas

Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão. Policiais recolheram telefones celulares e uma pistola, que pode ter sido destinada ao plano articulado por integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

De acordo com o Ministério Público, o objetivo do ataque seria interromper as investigações da Operação Linha Vermelha, conduzida pelo Gaeco, que apura crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A Justiça também expediu mandado de prisão contra Sérgio Luiz de Freitas Filho, conhecido como “Mijão”. Ele é apontado pelo MP como um dos principais articuladores do plano e considerado um dos nomes de maior relevância dentro da estrutura do PCC. Até o momento, permanece foragido.

As autoridades seguem investigando a participação de outros suspeitos e a origem dos recursos que teriam financiado o esquema. A polícia e o Ministério Público não divulgaram prazo para a conclusão das diligências.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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