Brasil Urgente

Quem era o policial civil morto em tentativa de assalto no Rio de Janeiro

Paulo Vitor Silva Heitor foi baleado ao reagir a uma abordagem na Zona Norte; Disque Denúncia oferece R$ 5 mil por informações sobre os criminosos

MARIA EDUARDA VIEIRA

12/01/2026 • 17:12 • Atualizado em 12/01/2026 • 17:12

Quem era o policial civil morto em tentativa de assalto no RJ

Quem era o policial civil morto em tentativa de assalto no RJ

Reprodução/Brasil Urgente

A Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza buscas e analisa imagens de câmeras de segurança para identificar os responsáveis pelo assassinato do comissário Paulo Vitor Silva Heitor. O agente, que estava na instituição há 10 anos, foi baleado neste domingo durante uma abordagem criminosa no bairro do Maracanã, na Zona Norte do Rio.

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O crime ocorreu enquanto o policial caminhava com a esposa pela região. Imagens de monitoramento registram o momento em que dois homens em uma motocicleta invadem a calçada e abordam o casal. Ao perceber a ação, Paulo Vitor tentou reagir, mas foi atingido por dois disparos efetuados por um dos criminosos, que fugiram em seguida. O comissário não resistiu aos ferimentos.

Carreira de destaque e homenagens

Paulo Vitor Silva Heitor possuía uma trajetória marcada pelo reconhecimento institucional. Iniciou sua carreira na delegacia de Bonsucesso e atuou em três delegacias especializadas. Ao longo de uma década, o agente recebeu cinco promoções por bravura e, em 2023, alcançou o posto de comissário, um dos cargos mais elevados para agentes de autoridade na Polícia Civil.

O sepultamento do policial acontece no Cemitério da Penitência, no Caju, na Zona Portuária. Em sinal de luto e respeito, colegas de profissão organizaram um comboio em homenagem ao comissário, partindo da Cidade da Polícia em direção ao local do enterro. Em sua última publicação nas redes sociais, feita no dia da morte, Paulo Vitor escreveu que "não é a morte que um homem deve temer, mas ele deve temer nunca começar a viver".

Investigação e recompensa

A Delegacia de Homicídios da Capital está à frente do caso, ouvindo testemunhas e processando os registros em vídeo que mostram a fuga da dupla. Para auxiliar na captura dos envolvidos, o Disque Denúncia divulgou um cartaz oficial solicitando informações que levem ao paradeiro dos assassinos.

Uma recompensa de R$ 5 mil é oferecida por dados que ajudem na identificação dos suspeitos, com a garantia de sigilo absoluto para os informantes.

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