Uma operação do batalhão de choque da Rota resultou na morte de uma liderança do PCC que vivia sob identidade falsa no litoral paulista. O indivíduo, que já possuía um atestado de óbito forjado, foi localizado após monitoramento do serviço de inteligência e reagiu a uma tentativa de abordagem, sendo baleado pelos policiais.
O capitão Salim, que comandou a ação, detalhou o perfil do criminoso e a reincidência nas práticas ilícitas:
Esse indivíduo estava sendo monitorado pela nossa atividade de inteligência. A atividade identificou que ele possuía um atestado de óbito forjado em nome dele e com isso ele tinha uma outra identidade civil. E com essa identidade civil nova ele se sentiu bem à vontade para continuar atuando ilicitamente aqui na região da Baixada Santista como indivíduo de alta relevância dentro da organização criminosa
Dinâmica do confronto e histórico criminal
De acordo com a Polícia Militar, o homem acumulava passagens por roubo, receptação, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e porte de arma. Sobre o momento exato do embate, o capitão explicou como a equipe neutralizou a ameaça:
As equipes identificaram o veículo que ele tava conduzindo, era um veículo que a gente tinha as informações das placas desse veículo. A equipe aproximou para tentar identificar e proceder com a abordagem policial. Nesse momento que a equipe se aproxima esse indivíduo tenta acessar uma arma de fogo que estava em posse dele e a equipe pronta preparada e de imediato consegue neutralizar o indivíduo antes de ser atentada
O oficial ressaltou que a letalidade da ocorrência foi determinada pela escolha do suspeito. "A opção do confronto foi dele mais uma vez. A Rota vem para aplicar a lei, proteger o cidadão e quem escolhe o destino final é o próprio abordado", disse.
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