Após a juíza decretar a prisão temporária de Maicol Antonio, a polícia civil de São Paulo, que já estava em diligências prendeu o suspeito quando ele transitava de moto. O carro que a investigação acredita que possa ter sido usado no crime estava na garagem da casa de Maicol.
Segundo relatos de testemunhas ouvidas na investigação, Maicol estava próximo ao local dos fatos e seu carro foi visto na cena do crime. Nestes depoimentos, foi relatada movimentação suspeita em sua casa na noite do desaparecimento de Vitória.
A juíza autorizou buscas nas casas de Maicol e Daniel para localizar objetos relacionados ao crime, como armas e outros elementos utilizados para a prática do crime. Também foi autorizada a quebra do sigilo de dados telemáticos de dispositivos eletrônicos apreendidos.
O corpo de Vitória foi encontrado em uma área de mata, em Cajamar, perto da casa dela. O último contato que teve com alguém foi depois que saiu do trabalho, quando disse a uma amiga que homens num carro “mexeram” com ela.
A polícia informou que o corpo de Vitória estava com sinais de tortura, decapitado e com a cabeça raspada.
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