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'Café fake': Anvisa proíbe venda de marcas após identificação de toxina em produtos

Pó das empresas Melissa, Pingo Preto e Oficial para preparo da bebida já havia sido desclassificado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária

Da redação
DA REDAÇÃO

02/06/2025 • 09:57 • Atualizado em 02/06/2025 • 09:57

Marcas de 'café fake' foram proibidas pela Anvisa

Marcas de 'café fake' foram proibidas pela Anvisa

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Resumo

A Anvisa proibiu a fabricação, venda, distribuição e fabricação de três marcas de pó para preparo de café, conhecido como 'café fake'. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (2), o órgão emitiu a proibição das marcas Melissa, Pingo Preto e Oficial.

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A razão para a proibição das marcas de 'café fake', segundo a Anvisa, ocorre pela presença de ocratoxina A, uma substância imprópria para o consumo humano. A toxina é produzida por fungos e pode contaminar alimentos, como cereais e café, podendo causar doenças renais.

As marcas já haviam sido desclassificadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária em março, por serem improprias para consumo. A Anvisa também identificou matérias estranhas e impurezas, alegando que estão denominadas incorretamente no rótulo como polpa de café e café torrado e moído.

Também foi identificada a contaminação no produto acabado, indicando falhas nas boas práticas no processo de seleção de matérias-primas, produção e controle de qualidade do produto acabado.

Além disso, a Anvisa alerta para que a denominação errada por induzir o consumidor a comprar o produto achando que é café de verdade. Agora, todos os lotes devem ser recolhidos.