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Diretor da PF nega interferência política em investigações e foca em crime organizado

Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, afirmou que a instituição é uma "polícia de Estado" e detalhou a estratégia de combate ao crime organizado no país.

Da redação
DA REDAÇÃO

23/11/2025 • 16:49 • Atualizado em 23/11/2025 • 16:49

Andrei Rodrigues, diretor da PF

Andrei Rodrigues, diretor da PF

Reprodução/Canal Livre

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, nega que a instituição esteja sujeita a interferências políticas por parte do ministro da Justiça ou do presidente da República.

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A declaração foi dada durante entrevista ao programa Canal Livre, onde foi questionado sobre a possibilidade de ingerência política na decisão sobre quais investigações serão priorizadas e onde a força-tarefa da PF será concentrada no combate ao crime no Brasil.

Rodrigues afirma que a PF é historicamente uma "polícia de Estado" e, mesmo tendo passado por momentos turbulentos, a gestão atual não registra casos de interferência.

"Eu falo pela nossa gestão atual, pelo ministro da Justiça, que tivemos os dois ministros Flávio Dino e Ricardo Lewandowski e pelo presidente da República, e que em nenhum momento tem interferência política na instituição", completou o chefe da PF, rebatendo as alegações de que a agenda investigativa da corporação seria influenciada por interesses políticos do governo federal.