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Casa Branca entra em lockdown após tiros nas proximidades com um ferido

Agentes do Serviço Secreto teriam respondido aos disparos; Trump estava no local

Da redação
DA REDAÇÃO

04/05/2026 • 17:55 • Atualizado em 04/05/2026 • 17:55

Casa Branca

Casa Branca

Kevin Lamarque/Reuters

A Casa Branca entrou em lockdown após um tiroteio nas imediações da residência presidencial, em Washington, nesta segunda-feira (4). No salão leste da Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participava de uma cúpula sobre pequenos negócios no país na hora dos tiros.

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Em publicação no X, a correspondente da CNBC, Megan Cassella, disse que o Serviço Secreto pediu que a imprensa fosse evacuada para a parte norte da Casa Branca e que os repórteres se reunissem na sala de briefing. "Não há qualquer indicativo do que está acontecendo", escreveu.

Já o correspondente da Newsmax, James Rosen, afirmou que barulhos de tiros foram ouvidos nas proximidades da Casa Branca e que, além da imprensa, o Serviço Secreto pediu que outras áreas também entrassem em lockdown.

Segundo o New York Post, agentes do Serviço Secreto responderam a um tiroteio envolvendo um oficial perto da Casa Branca. O incidente ocorreu a alguns quarteirões a sul da Casa Branca, ao longo do National Mall e perto do Monumento a Washington.

“Um indivíduo foi baleado pelas autoridades; sua condição é atualmente desconhecida”, afirmou o Serviço Secreto, segundo relato do jornal New York Post.

Outro tiroteio

No último dia 25 de abril, um outro tiroteio assustou a administração Trump. O presidente participava de um jantar com jornalistas, na ocasião, quando um atirador trocou tiros com agentes do Serviço Secreto, do lado de fora ao evento.

Cole Thomas Allen, de 31 anos, foi acusado de tentar matar Donald Trump e segue preso. As motivações do atentado ainda são desconhecidas, mas ele chegou a deixar uma espécie de manifesto com familiares, onde se intitulava “assassino federal amigável”.

Com Estadão Conteúdo