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Ciro Nogueira diz que foi vítima de ataque 'maligno' em ano eleitoral

Senador, alvo de busca e apreensão da Polícia Federal, se diz como "um cidadão completamente indignado"; ele nega qualquer irregularidade

ESTADÃO CONTEÚDO

08/05/2026 • 18:02 • Atualizado em 08/05/2026 • 18:29

Ciro Nogueira, senador (PP-PI)

Ciro Nogueira, senador (PP-PI)

Edilson Rodrigues/Agência Senado

O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), afirmou nesta sexta-feira (8) ser vítima de um ataque "maligno e sem fundamentos", após a busca e apreensão contra ele no âmbito da operação Compliance Zero. Em uma publicação nas redes sociais, o parlamentar citou o impacto de uma investigação passada contra ele quando disputou as eleições de 2018.

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"Na primeira tentativa de me parar, o devido processo legal apurou as ilações e mentiras contra mim e ficou comprovada a minha inocência. Mas fica uma pergunta: quem devolve a honra de uma pessoa depois de um ataque tão maligno e sem fundamentos como esse?", escreveu.

O senador afirmou que a operação é uma "tentativa de manchar" sua "honra pessoal" em um ano eleitoral - ele é candidato à reeleição ao Senado pelo Piauí. "Esses acontecimentos me dão mais energia para lutar por mais recursos para o nosso povo do Piauí e não deixar que os maus governem sobre os bons", continuou.

Ao fim, ele assinou a nota como um "um cidadão completamente indignado".

Ciro Nogueira foi um dos alvos da ação de busca e apreensão da Polícia Federal, dentro da 5ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga o escândalo do banco Master. Segundo a Polícia Federal, o senador teria recebido uma mesada de ao menos R$ 300 mil, além do custeio de estadias em hotéis de luxo em Nova York, despesas em restaurantes de alto padrão e a disponibilização de um cartão de crédito do banqueiro para uso pessoal do parlamentar. O senador nega irregularidades.