Enquanto a candidatura à reeleição do governador Tarcísio de Freitas vai se tornando mais clara, a busca de um palanque forte em São Paulo vai ocupando e preocupando o presidente Lula. E aí crescem as pressões sobre o ministro Haddad, que não tem planos de ser o candidato em São Paulo, mas continua sob pressão constante.
Ele não quer, mas Lula quer, precisa e insiste. Algumas lideranças petistas também pressionam Haddad. E cada vez mais. O ministro Camilo Santana chegou a dizer que Haddad não pode se dar o luxo de tomar decisões individuais.
Trata- se de uma missão, ele diz. Ou de um sacrifício, pelo menos na visão que predomina no noticiário de hoje, quando Tarcísio, segundo as pesquisas, domina o jogo. Até agora não tem sinal claro, mas Haddad nunca disse não para Lula.
O presidente trabalha, com atenção especial, outros palanques essenciais, como o de Minas. Também difícil.
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