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A fragilidade do cessar-fogo em Gaza

Por Redação
REDAÇÃO

18/10/2025 • 00:54 • Atualizado em 18/10/2025 • 00:54

Fernando Mitre

A dificuldade do Hamas de se desarmar e de Israel de se retirar totalmente do território palestino - relutâncias mais do que previsíveis - vai confirmando que o cessar-fogo é frágil. O problema da devolução dos corpos dos reféns israelenses piora tudo.

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Há mais incredulidade do que esperança na expectativa das próximas etapas. No mínimo, há muita cautela. As execuções públicas de rivais pelo Hamas ilustram o ambiente e o momento.

Não faltam motivos de alívio como o fato de que não há mais reféns israelenses em Gaza nem bombardeios massacrando palestinos.

Isso significa muito, mas não faltam dúvidas e inseguranças quanto à consistência do processo anunciado como de paz. É assim, com cautela, desconfiança e esperança, que se esperam os próximos sinais neste noticiário - quando Israel e Hamas trocam acusações sobre violação do cessar-fogo.

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