Um ponto que é mal percebido no Brasil de hoje, neste ambiente ainda polarizado, quando se cria inimigo onde deveria haver apenas adversário, esse ponto mal percebido é a possibilidade, muitas vezes a necessidade, de dois líderes políticos, com visões diferentes do mundo e da vida se entenderem politicamente.
No interesse maior de seus países. Lembra o tempo do "companheiro Busch"? Este contato agora entre os dois presidentes, uma conversa de 30 minutos, e ainda a expectativa de uma outra, presencial, com temas mais específicos, é uma notícia, que se soma à boa fase do governo e da imagem de Lula.
É possível ver perspectivas positivas nas relações do Brasil com o primeiro país a reconhecer a nossa independência.
Tarifaços e sanções, já tratados por Lula no primeiro contato, deverão ser negociados, entre terras raras , big techs e outros temas, na próxima conversa, dando continuidade à excelente química que envolve os dois presidentes, que até trocaram telefones.
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