Enquanto o ministro Marcio França sonha com o debate com o governador Tarcísio de Freitas, o presidente Lula e o PT pressionam - e esperam convencer Haddad para ser ele o candidato em São Paulo.
França diz que depende de Lula. Pode-se dizer também que depende de Haddad, embora ele nunca tenha negado um pedido do presidente. Só não há dúvida sobre um ponto fundamental: montar um palanque forte em São Paulo - onde o governador tem 60 por cento de popularidade - é vital para a campanha de Lula.
Como também um palanque eficiente em Minas é essencial, até pela tradição de que nenhum candidato eleito presidente, desde a redemocratização, perdeu em Minas.
São dois desafios para a campanha de Lula, entre tantos outros, com aquele destaque especial: preparar um discurso, que funcione, contra o crime organizado. A direita não tem esse problema.
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