O ministro Flavio Dino propõe uma reforma do Judiciário, em 15 iniciativas, que vão além de mudanças no STF e atingem capítulos do Código Penal e áreas como aposentadoria precoce e penduricalhos. Bem mais ampla do que as cogitações do ministro Fachin - que elogia a proposta de Dino.
Mas não tem unanimidade entre os ministros do Supremo e já provocou críticas da oposição que, para começar, quer a reforma discutida e feita pelo Congresso, como adianta o senador Rogério Marinho, pregando combate ao que considera excessos inaceitáveis do STF.
A proposta de Flávio Dino coincide com o trabalho no PT, coordenado pelo ex-ministro José Dirceu, que logo anunciará o projeto do partido. O tema vai crescendo e tende a ser um dos mais presentes na campanha eleitoral.
Podendo ganhar mais força dependendo do rumo do caso Master, onde aumenta, a cada dia, a expectativa da delação de Daniel Vorcaro com possível envolvimento de ministros.
O PT se prepara para enfrentar esse embate sobre o assunto na campanha - esperando, como disse o presidente do PT, no Canal Livre, afastar do governo desgastes vindo do Supremo. Não está fácil.
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