A turma do contra, entre os mais próximos do presidente, já se rendeu ao óbvio. E a questão da segurança, agora em três projetos, ganha um lugar nas prioridades do governo, contando com o empenho dos presidentes das duas casas do Congresso.
O presidente Lula, devidamente convencido, deve atuar pessoalmente nessa pauta. Mais presença na questão da segurança - que, obviamente, será tema fundamental nas eleições.
Além do pacote Antifacção, encaminhado pelo ministro da Justiça ao Planalto, há a proposta, aprovada na Câmara e a caminho do Senado e a PEC da segurança, que está meio parada por lá desde abril.
Ela altera a Constituição para fortalecer a União no combate ao crime. Em um amplo esquema de integração, que provoca reações dos governadores de oposição. O crime, mais do que organizado, já está integrado e aperfeiçoado não é de hoje.
Enquanto as autoridades perdem tempo. Sempre lembrando que aprovar leis adequadas, embora necessário, é só um passo na guerra contra o crime - essa guerra que continuamos perdendo.
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