Já estava mais do que claro que o governo queria e precisava de mais tempo para que Jorge Messias continuasse seu trabalho buscando apoio dos senadores.
À primeira vista, o cancelamento da sabatina, antes marcada para o dia 10, poderia atender e melhorar a situação para o governo. Não é por acaso que Lula não tinha mandado até agora a indicação formal ao Senado.
Mas não há sinais de que o ambiente tenha melhorado, embora o cancelamento não deixe de ser um recuo, que aparentemente atende ao Planalto. Diante da evidência de que o governo ainda não tinha data para enviar a indicação, o presidente do Senado cancelou a sabatina. Vamos ver agora o que vem ou o que muda.
O que não mudou é que o presidente Lula quer formar uma espécie de bancada dele no Supremo e o presidente do Senado quer ou queria emplacar um candidato de seu gosto, no caso o senador Pacheco, a esta altura com pouquíssima ou nenhuma chance.
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