As novas tentativas de acertar o nome da ex-ministra Tereza Cristina como vice de Flávio Bolsonaro se esgotam diante de dificuldades que já estavam claras. O partido, o PP, vetou — e já havia decidido ficar neutro nesta eleição, atendendo o interesse dos Estados —, o que desaconselha a aliança.
Não faltam setores de partidos do Centrão fechados com Lula no Nordeste. E há diferenças hoje na relação Executivo/Legislativo que afetam a discussão sobre alianças.
O Congresso hoje — em tempo de emendas bilionárias — nunca teve tanto poder. O que facilita a decisão de um partido pela neutralidade. Não precisa mais, como precisava antes, fechar logo um candidato a presidente. Negocia-se depois a relação com o governo.
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