Por mais que seja impróprio ou mesmo tecnicamente errado comparar resultados de pesquisa entre institutos diferentes e metodologia diferentes, ninguém vai fugir da oportunidade de avaliar os resultados do Datafolha, que vêm aí esta semana, em relação aos da Quaest que vieram na semana passada.
Mesmo porque agora serão medidos, além de fatos novos como o tarifaço de 25%, os efeitos, vindos de um período maior, de episódios já medidos na pesquisa anterior, como o vídeo de Michelle Bolsonaro e suas relações atribuladas com o enteado e pré-candidato Flávio.
Esses efeitos continuam visíveis, afetando o ambiente eleitoral. Vamos ver até que ponto ainda mexem com o eleitorado.
A Quaest acaba de soltar um dado novo: 55% acham que Lula ganha, contra 25 % que acreditam na vitória de Flávio. Os solavancos da campanha têm provocado análises de pesquisa, cujo principal resultado é aumentar a expectativa da próxima.
Nas últimas, como a da Quaest, Lula subiu e Flávio caiu. A bandeira da soberania, que já havia ajudado Lula a melhorar sua imagem, foi reforçada pelos conflitos com os EUA, e continua e vai continuar firme na campanha petista na expectativa da próxima – ou das próximas pesquisas.
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