As pesquisas que vêm aí na próxima semana – como a Quaest, prevista para quarta-feira – incluem os efeitos, ainda agora, da crise nas relações de Flávio com Michelle Bolsonaro, os problemas do Brasil com o tarifaço americano, entre outros temas como as investigações do Caso Master, envolvendo o ex-líder do governo, Jaques Wagner.
Esse caso do senador petista não pesou nas pesquisas mais recentes, como a do Meio/Ideia. Vamos ver nas próximas.
As atenções vão se voltando também para a área do eleitorado, chamada de "independentes", que varia de tamanho, dependendo do critério da pesquisa.
O que é comum a elas é a avaliação do segmento, onde predomina um comportamento volúvel, que já mudou várias vezes, indiferente a posições de direita ou esquerda – a maioria votou em Bolsonaro em 2018 e em Lula em 2022.
Óbvio que a expectativa em relação a esses eleitores cresce – e vai continuar crescendo durante toda a campanha.
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