Romeu Zema defende privatizações e volta a atacar o Supremo - assunto que entrou na sua campanha, desde os primeiros confrontos com Gilmar Mendes.
Ganhou destaque com isso, mas não votos, como mostram os 2% que ele teve na última pesquisa Quaest, que agora só volta depois da Copa.
Algo semelhante acontece, também na direita, com Ronaldo Caiado, que ficou nos 3%. Nenhum dos dois se beneficiou do recuo de Flávio Bolsonaro.
Neste momento, com Lula liderando as pesquisas, as atenções se voltam para o setor do eleitorado que mais se mexeu: os chamados independentes, na metodologia da Quaest.
São 32% dos eleitores e ali os números mudaram: Lula foi de 29% para 37% e Flávio, de 31% para 24%. Neste segmento, ninguém se diz bolsonarista nem lulista. É o setor mais volúvel do eleitorado, pode mudar a qualquer momento.
E como, temos insistido aqui: é lá que se decide a eleição.
Fique bem informado!
Receba gratuitamente as notícias mais importantes do dia direto no seu e-mail
Escolha quais newsletters quer receber


