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Mitre: assuntos americanos cada vez mais presentes na corrida eleitoral

Por Redação
REDAÇÃO

04/06/2026 • 00:37 • Atualizado em 04/06/2026 • 00:37

Fernando Mitre

Nesta última reunião ministerial antes do início da campanha eleitoral, Lula carregou no enfrentamento, atacando os adversários que ele chama de "traidores da pátria" – discurso de campanha, mas conjugado com um trabalho diplomático que tenta reverter a nova ameaça do tarifaço e incluir um encontro com Trump, provavelmente na Cúpula do G-7, onde Lula estará como convidado.

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O nosso chanceler já teve um breve encontro com o representante americano e Lula diz que vai mandar uma carta a Trump. Vamos ver.

O tema Brasil-EUA está na pré-campanha, vai continuar, vai crescer e entrar pela campanha a dentro.Flávio Bolsonaro já respondeu lá de Minas: diz que pediu a Trump para não taxar o Brasil e que a culpa é de Lula que não consegue negociar com Trump. É isso aí que vamos ouvir muito ainda.

Flávio, perdendo nas pesquisas depois da gravação em que pedia aquele dinheiro a Vorcaro, foi aos Estados Unidos, encontrou Trump, fortaleceu o discurso da segurança com a discutida decisão americana de considerar o PCC e CV como terrorismo, mas logo depois da foto com Trump, chega essa notícia da taxação contra o Brasil.

Pesou para ele – apesar das reações que tem tido – e pode pesar mais ainda, como avaliam seus aliados do centrão.

A bandeira da soberania, que ajudou Lula na sua popularidade, está de volta. Agora, ele segue com ela na expectativa das novas pesquisas.

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