
Fernando Mitre
Reprodução/Band TV
Logo na primeira visão sobre a pesquisa Meio/Ideia aparece a situação do voto feminino. Lula, naqueles números, vem garantido sua vantagem sobre Flávio Bolsonaro: agora 53% contra 41% – compensa com folga a diferença favorável à Flávio no voto masculino.
Desde o episódio dos atritos com Michele Bolsonaro, a questão do gênero nesta campanha vem ganhando o centro da movimentação dos candidatos e das análises do dia-a-dia da campanha, com mais efeito nas pesquisas do que outros temas que já pesavam no noticiário, como as tarifas americanas, que Flávio agora combate, pedindo o cancelamento.
É uma nova atitude depois daquela carta equivocada em que pedia ao governo americano o adiamento da medida para depois da eleição.
Já no duelo de rejeições, Flávio está com 53%, enquanto Lula fica nos 47%. Uma das fragilidades que preocupam a campanha do presidente é a reprovação do governo acima da aprovação.
No ambiente polarizado, é cada vez mais provável que a eleição vai ser definida por uma área reduzida de eleitores. Dependendo da pesquisa, os números aí variam e com grandes diferenças: apenas 3,5% na análise do Meio/Ideia.
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