Conferir os interesses dos EUA na disputa com a China pela produção e uso da energia ajuda a entender mais facilmente a ação na Venezuela, onde estão as maiores reservas de petróleo. Acrescentar aí a perspectiva geopolítica ajuda mais ainda. A presença dos EUA na América Latina.
Mas quem acreditar, ou ainda acreditar, no ataque à Venezuela e na captura do ditador Maduro como uma ação com preocupação com valores como democracia ou em uma ação contra um regime político antidemocrático, já teria motivos de sobra para não contar com isso.
O presidente americano voltou a falar sobre suas intenções com a Venezuela e palavras como democracia e outras do gênero continuam fora do discurso e, obviamente, fora dos planos de Washington.
A atenção quase toda se concentra no petróleo e sua extração, que ali na Venezuela já foi exemplo de eficiência, mas há 50 anos. Reconstruir isso é um desafio e tanto.
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