O presidente Lula manda para a Câmara o projeto Antifacção, depois de sancionar uma lei, que protege autoridades envolvidas com o combate ao crime organizado. A PEC da Segurança, que estava parada desde abril, ganha velocidade, como outras matérias da área.
Depois da megaoperação no Rio, o tema voltou com força. Não se trata apenas de combater bandidos do tráfico de drogas e outros crimes. Essas organizações dominam territórios e se expandem há 30 anos.
Estão no país inteiro e fora dele. Têm disciplina, inteligência e armas potentes, armas de guerra. O combate eficiente contra essas organizações criminosas, que ameaçam, crescem e se aperfeiçoa, exige mais apoio, ação, inteligência e integração e menos política.
É fundamental a união de forças, como o Canal Livre desta semana vai deixar claro e em detalhes.
Essa guerra irregular - este o nome correto - configura um desafio que se coloca acima de oportunismos e disputas políticas. E o país deve e já está começando a entender isso. Nessa dimensão.
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