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Oportunismo eleitoral e polarização deixam de lado o que importa

Por Redação
REDAÇÃO

27/03/2026 • 23:48 • Atualizado em 27/03/2026 • 23:48

Fernando Mitre

O que mais se viu foi uma amostra um tanto chocante do que podem ser os confrontos de uma campanha eleitoral polarizada. A CPI do INSS não exibiu nos seus debates o que se pode chamar objetivamente de interesse público.

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Que deveria ser a prioridade de seus trabalhos. O bate-boca, os momentos de baixaria, o oportunismo eleitoreiro, as tentativas de cada lado de jogar as responsabilidades para o outro. Isso dominou as cenas - antes e depois desse pedido de indiciamento de 216 pessoas com um relatório de mais de 4 mil páginas seguido de um outro, paralelo.

Com o tempo curto e as confusões todas, já se podia imaginar as dificuldades na conclusão dos trabalhos.

Fica a imagem desses choques, com momentos lamentáveis, entre os interesses eleitorais, sinalizando o que ameaça ser o nível dos confrontos - que deveriam ser de ideias - neste ano eleitoral.

E vai ficando a expectativa daqueles seis milhões de aposentados. que foram roubados.

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