O tempo parece curto - se a votação for mesmo amanhã - e a discussão ainda prossegue. Mas pode estar chegando a um bom termo. Agora, vem um novo texto, depois das reações ao substitutivo do relator do projeto Antifacção enviado pelo governo.
Desde o começo, a PF e suas atribuições vêm ocupando o centro do debate. Ao anunciar o segundo substituitivo, o relator garantiu que mantém a autonomia da Polícia Federal.
E o líder do governo na Câmara já diz que vê avanços aí, na preservação das atribuições da Polícia Federal e também na decisão de não incluir os crimes na Lei Antiterrorismo, outro ponto que estava pegando. Vamos ver.
Em todo esse ambiente, com momentos de grandes confusões - e óbvios interesses eleitorais - a expectativa agora é que, no final, depois de um último pente fino do governo, o resultado possa vir com a integração racional e eficiente de todas as forças da ordem contra o crime organizado.
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