
Presidente da Câmara, Hugo Motta, vai a desfile com a família
Reprodução/BandNewsTV
Resumo
Manifestação na plateia durante desfile da Independência em Brasília, onde gritos contra a anistia foram ouvidos após a chegada do presidente da Câmara, Hugo Motta.
Pressão sobre Hugo Motta para pautar urgência da anistia aos condenados de 8 de Janeiro, em meio ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Presença de autoridades no evento, incluindo o vice-presidente Geraldo Alckmin e ministros, enquanto o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, opta por passar o feriado no Amapá.
A plateia nas arquibancadas do desfile da Independência em Brasília entoou o grito de "sem anistia" minutos após a chegada do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), na tribuna de honra montada na Esplanada.
Com o desenrolar do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Motta sofre pressão de bolsonaristas para pautar a urgência da anistia aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. O chefe da Câmara já declarou que o número de líderes favoráveis à deliberação do tema aumentou nos últimos dias.
Motta chegou no evento por volta das 8h20. Ele deve ser o único representante das presidências das Casas, já que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), vai passar o feriado de 7 de Setembro no Amapá.
Outra autoridade que chegou cedo no desfile foi o vice-presidente Geraldo Alckmin, acompanhados de outros ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Mauro Vieira (Relações Exteriores).
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