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Após operação, Defensoria do RJ questiona falhas e pede acesso a câmeras corporais da PM

O pedido foi feito pelo Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (Nudedh), que também cobra explicações sobre o uso das baterias extras dos equipamentos

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01/11/2025 07:46 • Atualizado há 357 dias

Após operação, Defensoria do RJ questiona falhas e pede acesso a câmeras corporais da PM

A Defensoria Pública do Rio de Janeiro enviou um ofício à Ouvidoria-Geral da Polícia Militar solicitando as gravações feitas pelas câmeras corporais dos agentes que participaram da megoperação nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona oeste da capital fluminense, na última terça-feira (28). A operação deixou 121 mortos e é considerada a mais letal da história do Rio.

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O pedido foi feito pelo Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (Nudedh), que também cobra explicações sobre o uso das baterias extras dos equipamentos, previsto em contrato com a corporação.

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O documento foi encaminhado após o secretário da PM, coronel Marcelo Menezes, afirmar em coletiva de imprensa que parte das imagens pode ter sido perdida. Segundo ele, as câmeras deixaram de gravar quando as baterias se esgotaram durante a ação, que começou ainda de madrugada e se estendeu por mais de 12 horas.

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A Defensoria solicita esclarecimentos sobre a disponibilização e o uso das baterias sobressalentes, conforme normas internas da Secretaria de Estado da Polícia Militar (SEPM). A Ouvidoria é o órgão responsável por garantir o acesso aos registros produzidos pelos policiais durante as operações.

O Ministério Público do Rio (MPRJ) também determinou a verificação das imagens captadas na ação. Segundo o procurador-geral de Justiça, Antônio José Campos Moreira, o conteúdo das gravações é considerado essencial para esclarecer as circunstâncias das mortes e avaliar a conduta das forças policiais.

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*Com informações do Estadão Conteúdo.

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