Dias Toffoli implodiu. O ministro de quem duvidaram só da competência técnica, passou a gerar sérias dúvidas de natureza ética. Por que ele escondeu que era sócio do resort Tayayá, que recebeu dinheiro de um fundo ligado ao Banco Master?
Por que deixou correr que o hotel era só dos parentes dele? Por que sonegou a informação de que a empresa da qual era sócio pode ter recebido R$ 20 milhões de um fundo da turma do Master? Aí Toffoli, com esse histórico de relacionamento com o Master, é sorteado relator do caso Master e aceita a tarefa?
Aceita e adota práticas incomuns no STF, como querer indicar até os peritos da Federal pro caso? A quebra do sigilo do telefone do dono do Master fez a realidade explodir. Toffoli e Vorcaro se falavam pelo celular, com direito a convite do ministro ao banqueiro para ir ao aniversário dele.
E o Brasil achando que a falha de Toffoli se limitava à carona de jatinho ao lado de um advogado ligado ao Master. Quanta ingenuidade. Revelado o passado, como fica agora o futuro do ministro? Na relatoria do caso Master e, para alguns, no próprio Supremo?
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