“A má escolha do treinador mais bem pago do mundo”, essa frase foi repercutida pelo jornal francês Le Figaro, destacando que o mundo esperava ver o Brasil de volta na final da Copa do Mundo. Carlo Ancelotti ganha R$ 50 milhões por ano.
E não para por aí. Não se fala em outra coisa na França e no mundo todo. A eliminação do Brasil na Copa é grande destaque pelos jornais mundo afora.
O desaparecimento da magia do Brasil foi uma das expressões mais usadas para traduzir o time desta Copa, que superou o fiasco de 1990. Vamos as manchetes que, como diria o velho Lobo Zagallo, temos que engolir:
Olé (Argentina): afirmou que o Brasil perdeu sua identidade. O jornal disse que a seleção abandonou o futebol criativo e insinuou que quem hoje joga no estilo tradicionalmente brasileiro é a própria Noruega.
Gazzetta dello Sport (Itália) ressaltou que nem mesmo Carlo Ancelotti conseguiu reerguer a seleção e afirmou que a era de Ronaldo e Ronaldinho ficou no passado, dizendo que hoje “existe apenas Vinicius”.
A Bola (Portugal) destacou que Haaland e Schjelderup deixaram o Brasil “lavado em lágrimas” e lembrou um recorde negativo: seis Copas seguidas sem conquistar o título.
The Athletic (Estados Unidos) questionou “o que deu errado com o Brasil?” e classificou a campanha como a pior da Seleção desde a Copa de 1990.
Marca (Espanha) definiu a eliminação como um “triste adeus” do Brasil ao Mundial e exaltou Haaland, chamando o atacante norueguês de um jogador destinado a dominar o futebol mundial.
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