O disque denúncia do Rio de Janeiro pede informações que ajudem a chegar no paradeiro dos criminosos envolvidos na troca de tiros que terminou com a morte de Bárbara Borges, de 28 anos, na Linha Amarela, uma das principais vias expressas da cidade.
O corpo de Bárbara foi velado e enterrado, neste domingo (2), no Cemitério de Irajá, na zona norte do Rio.
Entenda como aconteceu o crime
Bárbara estava em um carro de aplicativo, quando foi atingida na altura da cabeça por uma bala perdida durante um confronto entre criminosos que tentaram roubar um veículo e foram atacados por rivais do Complexo da Maré. Segundo familiares, ela tinha saído da Ilha do Governador e estava indo em direção a Cachambi.
A bancária foi socorrida e levada ao Hospital Geral de Bonsucesso, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.
A Polícia Militar informa que um fuzil foi apreendido no local do confronto e que um criminoso baleado foi preso. Este bandido, atingido pelos disparos que partiram de rivais da Maré, foi encaminhado para a mesma unidade de saúde e, após passar por cirurgia, foi levado ao CTI.
Bancária era recém-casada e queria engravidar
A bancária Bárbara Elisa Borges, de 28 anos, morta em um tiroteio na Linha Amarela no Rio de Janeiro, era recém-casada e cheia de sonhos, um deles era o de engravidar.Ainda segundo a família, Bárbara havia acabado de ser promovida no trabalho. Pouco antes de morrer, ela revelou à família planos de engravidar no próximo ano, após uma última viagem sem bebê, conforme relatou a sogra, Andréia Assis.
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