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La Niña e El Niño: quais as diferenças entre os fenômenos climáticos?

O El Niño ocorre quando há um aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial

Da redação
DA REDAÇÃO

28/01/2026 • 21:29 • Atualizado em 28/01/2026 • 21:29

La Niña

La Niña

Divulgação/NASA

O fenômeno La Niña está próximo ao fim após quase cinco meses de águas superficiais mais frias do que a média na faixa equatorial do Oceano Pacífico, segundo avaliação do MetSul Meteorologia. O fenômeno ocorre quando as águas superficiais do Pacífico equatorial central e oriental se resfriam, provocando alterações nos ventos, na pressão atmosférica e nos padrões de precipitação.

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O que é o El Niño?

O El Niño ocorre quando há um aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial. Esse aumento de temperatura na superfície do mar altera a circulação dos ventos e a distribuição de umidade na atmosfera, gerando efeitos distintos em cada parte do território brasileiro.

O El Niño normalmente começa a se formar no segundo semestre do ano. Nessa época, as águas ficam ao menos 0,5°C acima da média por um período de tempo de, no mínimo, seis meses. "Vale lembrar que ele não tem um período de duração definido, podendo persistir até dois anos ou mais", reforça o instituto.

Quais os possíveis efeitos no Brasil?

Em épocas de La Niña, o Sul do País sofre com uma redução das precipitações, enquanto nas regiões Norte e Nordeste há o aumento da precipitação. Já durante o El Niño, esse fenômeno acaba produzindo mais chuva no Sul e precipitação mais reduzida no Norte e no Nordeste. Em geral, o El Niño tende a provocar temperaturas mais altas nas regiões tropicais, incluindo o Brasil.

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