
Pedro Sánchez, premiê da Espanha
REUTERS/Ueslei Marcelino
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, agradeceu o convite, mas anunciou que o país não ingressará no chamado “Conselho da Paz”, proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O anúncio foi feito por Sánchez durante uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (23). O líder espanhol justificou a decisão mencionando “coerência”.
"Tomamos essa decisão em coerência e em consistência com o nosso compromisso com a ordem multilateral, com a Organização das Nações Unidas (ONU) e com os direitos internacionais. É evidente que esse conselho está fora da ONU e, com certeza, não incluiu a Autoridade Palestina", afirmou.
Sánchez pontuou que o futuro de Gaza e da Cisjordânia deve pertencer aos palestinos e ressaltou a importância do diálogo da Palestina com Israel.
Diante disso, ele reiterou que a Espanha se mantém comprometida com paz e com outros países europeus e agentes internacionais, apostando na estabilização da região.
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