
Trump na Casa Branca
Kevin Lamarque/Reuters
Os Estados Unidos voltaram a atacar o Irã. Segundo oficiais americanos, a ação foi defensiva: os EUA derrubaram quatro drones que ameaçavam o Estreito de Ormuz e atingiram bases de lançamento em território iraniano.
O Irã respondeu atacando bases americanas no Kuwait. Essa tensão escalou após Teerã atacar quatro navios que tentavam atravessar o estreito sem a autorização da Guarda Revolucionária Iraniana. Os Estados Unidos e a comunidade internacional não aceitam que o Irã controle as águas internacionais do Golfo Pérsico.
O presidente americano Donald Trump, inclusive, alertou Omã, país aliado dos EUA, para que se afaste de negociações com o Irã sobre o controle de Ormuz, sob o risco de o exército americano bombardear o país. Omã e Irã são as duas nações que ficam estrategicamente na "porta" do Estreito de Ormuz. Trump também declarou que talvez tenha que "terminar o trabalho no Irã".
Enquanto isso, no Líbano, Israel intensifica os ataques no sul do país. Desde o fim de semana, mais de 550 alvos já foram bombardeados. Na cidade de Tiro, um grande ataque deixou o triste saldo de 11 mortos, sendo 2 crianças. Já são mais de 3,2 mil mortos, entre eles, muitas crianças, e 1,2 milhão de deslocados no país. Cresce o temor internacional de que o Líbano se torne uma nova Faixa de Gaza: um enclave massacrado pelo governo israelense.
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