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Explosões em mesquita de uma escola na Indonésia deixam mais de 50 feridos

Testemunhas relataram a emissoras de televisão locais que ouviram pelo menos dois estrondos altos por volta do meio-dia, no horário local

Da redação
DA REDAÇÃO

07/11/2025 • 09:09 • Atualizado em 07/11/2025 • 09:15

Explosões em Jacarta, na Indonésia

Explosões em Jacarta, na Indonésia

REUTERS/Willy Kurniawan

Pelo menos 54 pessoas ficaram feridas – a maioria delas estudantes – após múltiplas explosões atingirem uma mesquita localizada dentro de uma escola estadual de ensino médio em Jacarta, capital da Indonésia. O incidente ocorreu nesta sexta-feira, 7, durante as orações.

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Testemunhas relataram a emissoras de televisão locais que ouviram pelo menos dois estrondos altos por volta do meio-dia, no horário local. As explosões ocorreram na mesquita da SMA 27, uma escola situada no complexo da Marinha, no bairro Kelapa Gading, ao norte de Jacarta, justo no momento em que o sermão havia começado.

Após os estrondos, fumaça cinza tomou conta do local e estudantes, junto a outras pessoas, saíram correndo em pânico. A maioria das vítimas sofreu ferimentos leves a graves, causados por estilhaços de vidro.

Investigação e estado das vítimas

O chefe da polícia de Jacarta, Asep Edi Suheri, informou que a causa das explosões ainda não é conhecida. Contudo, ele detalhou que elas se originaram perto do alto-falante da mesquita.

As vítimas foram rapidamente levadas para hospitais próximos. Embora algumas pessoas tenham sido liberadas logo em seguida, 20 estudantes permanecem sob cuidados hospitalares, sendo que três deles estão em estado grave.

Suheri explicou que uma equipe antibombas foi enviada ao local para investigar. Os agentes encontraram rifles e uma arma de brinquedo nas proximidades da mesquita. O chefe de polícia ressalta que a investigação ainda está em curso para determinar a causa exata das explosões.

Asep Edi Suheri fez um apelo para que a população evite especulações de que o incidente foi um ataque antes da conclusão oficial da investigação. "Deixem as autoridades trabalhar primeiro. Nós comunicaremos quaisquer resultados ao público", declarou o chefe de polícia.

*Com informações do Estadão Conteúdo.