
Presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, durante despachos na Casa Branca
REUTERS/Nathan Howard
Repórteres na Casa Branca perguntaram a Donald Trump quem é o candidato dele para suceder o Papa Francisco?
“Eu gostaria de ser papa. Essa seria minha escolha número 1” – ele respondeu.
Trump cresceu presbiteriano. Há quatro anos disse que se identificava como cristão. Em 2024, ao escapar de um atentado a tiro, declarou que foi “salvo por Deus para tornar a América grande novamente”.
Ao dar a notícia, sob o título “Papa Don”, a revista americana Vanity Fair não duvidou que o presidente conseguiria, se quisesse, ser o próximo papa, eleito no conclave que começa dia 7 de maio, sem ser do clero ou do Colégio de Cardeais.
Se Trump conquistou a Casa Branca duas vezes, mesmo sendo um criminoso condenado, e sem nenhuma experiência política anterior, e agora quer um terceiro mandato não permitido pela Constituição dos EUA, não é de espantar que se considere “um papa fantástico”.
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