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Genial/Quaest: 82% defendem código de ética para ministros do STF

Já 1% afirma não concordar nem discordar, enquanto 7% disseram não saber ou preferiram não responder

Da Redação, com Estadão Conteúdo
DA REDAÇÃO, COM ESTADÃO CONTEÚDO

12/02/2026 • 20:40 • Atualizado em 12/02/2026 • 20:45

Genial/Quaest: 82% defendem código de ética para ministros do STF

Genial/Quaest: 82% defendem código de ética para ministros do STF

Bruno Carneiro/STF

A maioria dos brasileiros avalia que o Supremo Tribunal Federal (STF) deveria adotar um código de ética e conduta específico para seus ministros. Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira, 12, aponta que 82% concordam com a necessidade de formalização de regras para os integrantes da Corte.

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Segundo o levantamento, 10% discordam da proposta. Já 1% afirma não concordar nem discordar, enquanto 7% disseram não saber ou preferiram não responder. A pergunta feita aos entrevistados foi direta: "O STF precisa de um código de ética e conduta para os ministros?"

O apoio é majoritário em todos os recortes analisados. Regionalmente, a concordância varia de 76% no Nordeste a 86% no Sul. No Sudeste, chega a 84%, enquanto no Centro-Oeste/Norte marca 79%. Por faixa etária, o índice é maior entre jovens de 16 a 34 anos (85%) e cai para 74% entre os que têm 60 anos ou mais. Entre homens, 84% defendem a adoção do código; entre mulheres, 79%.

O apoio também atravessa divisões políticas. Entre eleitores que votaram no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno de 2022, 88% concordam com a necessidade de um código. Entre os que votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o percentual é de 76%. No recorte por posicionamento ideológico, a concordância vai de 74% entre lulistas a 92% entre os que se declaram de direita não bolsonarista.

Entre os que aprovam o governo Lula, 76% defendem a medida; entre os que desaprovam, o índice sobe para 87%.

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.