
Petrobras
Agência Brasil
Resumo
Funcionários do Sistema Petrobras iniciaram greve nacional por tempo indeterminado, motivados por insatisfação com ações da gestão de Magda Chambriard e decisões tomadas após assembleias.
Sindicato aponta como principais reivindicações a negociação de um Acordo Coletivo de Trabalho fortalecido, distribuição justa de riqueza, fim dos equacionamentos da Petros e reconhecimento da Pauta pelo Brasil Soberano, incluindo suspensão dos desimplantes forçados.
Operações essenciais são mantidas por equipes de contingência para evitar impactos em refinarias e plataformas, enquanto Petrobras afirma manter diálogo com sindicatos e respeitar o direito de manifestação dos empregados.
Funcionários do Sistema Petrobrás estão em greve por tempo indeterminado, desde a meia-noite desta segunda-feira (15), em todo o país. A paralisação nacional, segundo o sindicado, é resultado de amplo processo de assembleias e expressa a insatisfação da categoria diante dos ataques e das ações unilaterais da gestão de Magda Chambriard.
Ainda de acordo com o sindicato, “a greve tem como eixos centrais a luta por um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) forte, a justa distribuição da riqueza gerada pela Petrobrás, o fim dos equacionamentos da Petros (PEDs) e o reconhecimento da Pauta pelo Brasil Soberano, com a suspensão imediata dos desimplantes forçados”.
Geralmente, durante greves, trabalhadores passam operações para equipes de contingência, de modo a evitar impactos operacionais em refinarias e plataformas de petróleo.
Em nota, a Petrobras afirmou que mantém um canal de diálogo permanente com as entidades sindicais e espera concluir o novo acordo na mesa de negociações.
"A Petrobras respeita o direito de manifestação dos empregados e, em caso de necessidade, adotará medidas de contingência para a continuidade de suas atividades", afirmou.
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