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'Há rumores, mas é prematuro falar de incêndio', diz ANAC sobre pane em SP

Três principais aeroportos paulistas tiveram operações suspensas por pouco mais de uma hora por um "problema técnico"; ANAC diz que acionou protocolo pré-crise e FAB investiga pane

Da redação
DA REDAÇÃO

09/04/2026 • 12:12 • Atualizado em 09/04/2026 • 12:12

O diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Tiago Faierstein, disse que é “prematuro” falar sobre as causas da pane que causou a paralisação das atividades dos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, Cumbica, em Guarulhos e Viracopos, em Campinas, por pouco mais de uma hora.

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Informações iniciais dão conta de que um incêndio na um incêndio no Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo Sudeste, órgão da Força Aérea Brasileira (FAB) que fica em Congonhas e é responsável por gerenciar a proteção de voo na região, teria desencadeado o problema.“Ainda não existe uma informação concreta do que aconteceu. Como na aviação é sempre ‘segurança em primeiro lugar’, o prédio foi evacuado num primeiro momento até se verificar o que houve. Como aparentemente não foi nada grave, os controladores voltaram a trabalhar e as operações voltam ao normal”, disse Faierstein.

Em nota, a ANAC afirmou que acionou o protocolo pré-crise e que acompanha o “desempenho operacional das empresas e dos aeroportos afetados, para avaliação de eventuais reflexos e efeitos em cascata na malha".A paralisação durou, segundo a Aena, concessionária que gerencia o aeroporto de Congonhas, das 8h58 às 10h09. Boa parte dos voos previstos para deixarem o aeródromo a partir das 11h estão atrasados ou cancelados.

De acordo com a FAB, “houve uma interrupção temporária das operações aéreas devido a um problema técnico operacional”, que as atividades já foram restabelecidas e que o “problema técnico" será apurado pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).Já o Ministério de Portos e Aeroportos diz estar atuando com as concessionárias que controlam os aeroportos de Congonhas e Guarulhos e que trabalha com o DECEA para “garantir a plena regularidade das operações”.