Band Jornalismo

Haddad volta a indicar que não deseja ser candidato nas eleições de 2026

Ministro da Fazenda avaliou que há nomes relevantes no campo progressista, com resultados mostrados em 2022 e citou o governador do Piauí

da redação com estadão conteúdo
DA REDAÇÃO COM ESTADÃO CONTEÚDO

29/01/2026 • 10:45 • Atualizado em 29/01/2026 • 10:51

Haddad

Haddad

Reprodução: Valter Campanato/Agencia Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, avaliou nesta quinta-feira (29) que há nomes relevantes no campo partidário progressista, com resultados mostrados nas eleições de 2022. Em entrevista ao portal Metrópoles, ele voltou a indicar que não é seu desejo ser candidato em 2026.

Compartilhar

Haddad citou como "grande quadro" o atual governador do Piauí pelo PT, Rafael Fonteles, eleito em primeiro turno nas eleições de 2022.

Ainda sobre as eleições, o atual ministro da Fazenda ressaltou ter "todo interesse" em ajudar a formular um plano de governo para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputará a segunda reeleição.

Sobre segurança pública, Haddad voltou a classificar como essencial a integração entre os órgãos dessa área, em nível federal e estadual. Para ele, é preciso repensar a organização das entidades de segurança pública, acompanhadas de inteligência. O ministro disse ainda que governadores da direita fazem "luta política insana", quando o tema deveria fugir de disputas partidárias.

Haddad confirma saída da Fazenda em fevereiro

Fernando Haddad confirmou que deixará o comando da pasta em fevereiro, mas não informou a data.

“Eu não posso dar uma data sem combinar com o presidente (Lula). Ele já está informado. Devo deixar o governo no mês de fevereiro”, declarou Fernando Haddad em entrevista ao portal Metrópoles.

Ao citar a provável escolha do secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, para assumir o comando da pasta, Haddad pontuou que “é papel do presidente anunciar”.

“O que eu posso assegurar é que ele (Lula) tem muito apreço pela equipe do Ministério da Fazenda, conhece todos, sabe que cada secretário entregou uma agenda importante para o Brasil”, afirmou.

Haddad reforçou que o número 2 da Fazenda trabalhou na Casa Civil nos governos do PT, na Prefeitura de SP, além de ter conhecimento de como funcionam setores da economia mundial, ao falar da experiência de Durigan no setor privado.