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RJ: Helicópteros que colidiram no ar estavam em situação regular, diz Anac

De acordo com o Corpo de Bombeiros, as aeronaves teriam colidido no ar e caído no estacionamento de uma concessionária de carros elétricos na Avenida das Américas

Matheus Christov
MATHEUS CHRISTOV

14/06/2026 • 11:11 • Atualizado em 15/06/2026 • 10:19

Helicópteros caem no Rio de Janeiro

Helicópteros caem no Rio de Janeiro

Reprodução

Os dois helicópteros que se envolveram em um acidente na manhã deste domingo (14), no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro, pertenciam a proprietários particulares e estavam com a situação regular, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

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De acordo com o Corpo de Bombeiros, as aeronaves teriam colidido no ar e caído no estacionamento de uma concessionária de carros elétricos na Avenida das Américas. O impacto provocou um incêndio que atingiu pelo menos 20 veículos. Seis pessoas morreram, todas ocupantes dos helicópteros.

Uma das aeronaves envolvidas, de matrícula PP-MAC, é um Bell Helicopter 206B fabricado em 1999. O helicóptero é registrado em nome da empresa Turfik Comércio de Frutas Ltda., que adquiriu a aeronave em outubro de 2024. O modelo tem capacidade para um piloto e quatro passageiros e estava em situação normal de aeronavegabilidade.

O outro helicóptero, de matrícula PR-DJJ, é um Eurocopter France AS350 B2, também conhecido popularmente como “Esquilo”, fabricado em 2012. A aeronave pertence ao empresário Maurício da Cunha e Silva Espíndola Dias desde 2021 e também operava em situação regular. A aeronave possui capacidade para um piloto e cinco passageiros. Não há confirmação se o proprietário estava na aeronave no momento do acidente.

Nenhum dos helicópteros envolvidos na colisão tem autorização para táxi aéreo. A informação consta no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), mas não significa que as aeronaves estivessem sendo utilizadas nesse tipo de serviço no momento do acidente.

Em nota, a Força Aérea Brasileira informou que investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), sediado no Rio de Janeiro, foram acionados para realizar a ação inicial da ocorrência. Nessa fase, os especialistas fazem a coleta e a confirmação de dados, a preservação dos elementos encontrados no local e a verificação dos danos causados pelas aeronaves.

A FAB ressaltou que a investigação conduzida pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) tem como objetivo prevenir novos acidentes.

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