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Irã ataca cidades próximas a principal centro de pesquisa nuclear de Israel

Ataques elevam tensão no Oriente Médio, com feridos, destruição e risco de escalada no conflito

Da redação
DA REDAÇÃO

22/03/2026 • 08:24 • Atualizado em 22/03/2026 • 08:27

Resumo

Ataques com mísseis realizados pelo Irã atingiram as cidades israelenses de Dimona e Arad, próximas ao principal complexo nuclear do país, deixando dezenas de feridos e destruindo edifícios residenciais poucas horas após ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de retaliar o Irã caso o Estreito de Ormuz não fosse reaberto.

Escalada do conflito no Oriente Médio foi evidenciada pelos novos ataques, que ocorrem na quarta semana de tensões crescentes e resultaram em acionamento de sirenes em diversas regiões de Israel, além de mortes no norte do país causadas por ofensiva do grupo Hezbollah.

Declaração do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, destacou o “milagre” de não haver mortos nas explosões em Arad, ressaltou a importância de seguir os alertas de segurança e reforçou o apelo para que a população busque abrigo durante ataques.

Mísseis disparados pelo Irã atingiram, neste domingo (22), as cidades de Dimona e Arad, próximas ao principal complexo de pesquisas nucleares de Israel. Os ataques deixaram dezenas de feridos e provocaram a destruição de edifícios residenciais. A ofensiva ocorreu poucas horas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar “obliterar” usinas de energia iranianas caso Teerã não reabra totalmente o Estreito de Ormuz em até 48 horas.

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Os novos episódios indicam uma escalada no conflito no Oriente Médio, que entra na quarta semana com sinais de agravamento.

Sirene de alerta foram acionadas em diversas regiões de Israel diante de novas ondas de ataques iranianos ao longo do dia. No sul do país, moradores de Dimona e Arad enfrentaram cenários de destruição. Já no norte, um homem morreu após um ataque do grupo libanês Hezbollah.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, esteve em Arad e classificou como um “milagre” o fato de não haver mortos na explosão, apesar dos danos significativos a prédios. Ele afirmou ainda que, se todos os moradores tivessem seguido as orientações e buscado abrigo, não haveria feridos, e reforçou o apelo para que a população atenda aos alertas das sirenes.

*Com informações do Estadão Conteúdo.