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Israel e a paz em Gaza no discurso de Kamala Harris

O primeiro-ministro Netanyahu se encontrou com Kamala Harris quando discursou para uma sessão conjunta no Congresso, em Washington, no mês passado

Moises Rabinovici
MOISES RABINOVICI

23/08/2024 • 11:21 • Atualizado em 23/08/2024 • 11:21

Moises Rabinovici
Kamala Harris

Kamala Harris

Kamala Harris (Foto: Reuters/Mike Blake)

A vice-presidente e candidata a presidente Kamala Harris disse que está trabalhando dia e noite com o presidente Joe Biden para fechar um acordo de cessar-fogo e libertação de reféns em Gaza, no seu discurso no encerramento da Convenção Democrata, em Chicago.

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A sugestão para sair do impasse nas negociações em seu último telefonema para o primeiro-ministro Netanyahu, está agora com o Hamas, para aprovação.

“Deixe-me ser clara”, disse Harris no discurso: “Sempre defenderei o direito de Israel de se defender e sempre garantirei que Israel tenha a capacidade de se defender” – e foi interrompida por aplausos. Do lado de fora, grupos pro-palestinos se manifestavam, como em todos os dias da convenção, um deles com violência e muitas prisões.

O primeiro-ministro Netanyahu se encontrou com Kamala Harris quando discursou para uma sessão conjunta no Congresso, em Washington, no mês passado.

Saiu sem sorrir, porque ouviu críticas à mortandade causada pela invasão de Israel à Gaza, na retaliação pelo massacre de 1.200 pessoas em Israel em 7 de outubro. Na época, os comentários foram de que ele constatou que Harris, presidente, não seria tão simpática a seu governo quanto o presidente Biden ou Donald Trump.

A vitória de Kamala nas eleições vai colocar como “segundo cavalheiro” dos EUA o marido, Doug Emhoff, que é judeu, que declarou apoio a Israel e ajudou a aproximar a comunidade judaica dos EUA ao Partido Democrata.

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