
Ataques de pit bulls exigem cuidados especiais; entenda
Reprodução/Jornal da Band
O Jornal da Band tem noticiado uma série de ataques de cães da raça pit bull, muitas vezes após os animais escaparem e atacarem nas ruas. A gravidade dos incidentes foi reforçada com a morte de uma mulher no estado do Rio de Janeiro, atacada na última sexta-feira (28) pelo cachorro do próprio filho, dentro de casa.
Entre as vítimas recentes está Neulizete de Souza Ferraz, conhecida como Lia Hollywood, uma das assistentes de palco do Chacrinha, as chacretes, nas décadas de 70 e 80. Ela estava internada havia mais de um mês, após ter sido atacada pelo pit bull de seu filho.
Falha de manejo e mistura de raças
A análise dos ataques mais frequentes aponta um fator determinante na maioria dos casos: a falta de comprometimento dos donos. Um animal feito para atacar exige atenção e cuidados especiais por toda a vida.
O risco de agressividade é agravado no Brasil pela frequente mistura de raças. Um pit bull que cruza com outros cães de grande porte e considerados ferozes pode se tornar ainda mais perigoso.
Legislação e desafios de fiscalização
Alguns estados e cidades implementaram medidas para controlar a circulação e a criação desses cães. Em Santa Catarina, por exemplo, a comercialização e a circulação de pit bulls são proibidas. Essas regras rígidas são uma tentativa de diminuir o alto índice de ataques.
Já em São Paulo, a legislação exige que os pit bulls usem focinheira e enforcador em locais públicos. No entanto, a lei é amplamente ignorada pela grande maioria dos donos, principalmente devido à falta de fiscalização.
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