Criminosos usaram de inteligência artificial para aplicar golpes com imagens de médicos. Por meio do sistema, eles criavam “sósias” dos profissionais para realizar transações financeiras. A quadrilha procurava médicos gaúchos, acima dos sessenta anos, que usavam o mesmo provedor de email.
Os bandidos invadiam emails e pegavam todos os dados da vítima. Depois procuravam, na rua, pessoas parecidas com os médicos e usavam a inteligência artificial para alterar detalhes do rosto. A partir de então, produziam documentos falsos e com a biometria facial, abriam contas em bancos e faziam empréstimos e outras movimentações.Em operação realizada pela polícia nessa terça-feira, três pessoas foram presas. Uma delas, na capital paulista, sendo o principal alvo um homem que, segundo a investigação, encontrava os sósias.Pelo menos cinco médicos gaúchos foram vítimas da quadrilha. Na primeira fase da operação, em junho, a polícia prendeu cinco acusados
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