Uma inovação tecnológica que já é realidade na China está prestes a transformar o cotidiano dos consumidores brasileiros: o pagamento com a palma da mão. Atualmente em fase de testes no Brasil, a modalidade promete mais agilidade e segurança, permitindo realizar transações sem a necessidade de carregar cartões, celulares ou digitar senhas.
Ao contrário do que sugerem teorias conspiratórias, não há implante de chips. O sistema utiliza um terminal de pagamento semelhante às maquininhas convencionais para realizar um cadastro único dos dados pessoais e bancários do usuário. O diferencial está na captura biométrica: uma luz infravermelha identifica o desenho da corrente sanguínea da mão, um padrão que é exclusivo de cada ser humano.
A segurança é um dos pontos centrais da nova tecnologia. Segundo especialistas, o sistema não armazena imagens da mão e essas informações não circulam pela internet. Em vez disso, a imagem captada é convertida em um identificador matemático criptografado, garantindo que as interações futuras ocorram de forma protegida e sem possibilidade de fraudes.
Expectativas e prazos
A previsão da empresa brasileira que adquiriu a tecnologia é que o sistema comece a ser operado comercialmente até o primeiro trimestre de 2027. Com a novidade, será possível realizar pagamentos via Pix ou parcelamentos no crédito apenas aproximando a mão do sensor.
Para os consumidores, a praticidade é o maior benefício esperado, eliminando preocupações comuns como o esquecimento da carteira ou a perda de documentos. Em Pequim, a tecnologia já é utilizada até para o acesso a estações de trem, sinalizando o potencial de integração que essa biometria pode alcançar no Brasil nos próximos anos.
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