O julgamento do caso Henry Borel, entrou em uma fase crucial neste sábado (30). Após o encerramento da fase de oitivas das testemunhas de acusação, o júri popular deu início aos depoimentos das testemunhas de defesa de Monique Medeiros, mãe da criança.
A sessão foi retomada durante a tarde, com a expectativa de ouvir sete depoimentos essenciais para a estratégia de defesa de Monique. Entre as pessoas convocadas para depor estão a avó do menino e a babá que acompanhava a rotina familiar na época dos fatos.
O primeiro a prestar esclarecimentos foi Bryan Medeiros, irmão da ré. Em seu depoimento, ele afirmou que, durante o período em que teve contato com o sobrinho, não presenciou quaisquer sinais de agressão ou comportamento que indicasse violência contra a criança.
Após a conclusão das oitivas de defesa de Monique Medeiros, o rito processual prevê que serão iniciados os depoimentos das testemunhas arroladas pela defesa do ex-vereador Dr. Jairinho.
Desdobramentos do julgamento
O ritmo do julgamento é intenso. Na madrugada deste sábado, o pai de Henry, Leniel Borel, encerrou um depoimento que durou cerca de 10 horas. Em sua fala, Leniel detalhou os últimos momentos em que esteve com o filho e apresentou convicção de que o crime teria sido premeditado por Monique Medeiros.
Ao todo, 14 pessoas já foram ouvidas pelo tribunal desde o início do júri. Para garantir a celeridade do processo, o julgamento não será interrompido durante o fim de semana. A previsão das autoridades é que o júri entre em sua fase final nos próximos dias, culminando na leitura do veredito que decidirá o destino dos réus na próxima semana.
O caso segue acompanhado de perto pela sociedade e pelos órgãos judiciários, dado o impacto das investigações sobre a morte do menino Henry Borel.
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