Jornal da Band

Destruição da guerra em Gaza é superior às bombas de Hiroshima e Nagasaki, diz mídia israelense

Em outubro de 2023, a cidade ostentava prédios, mesquitas, ruas e praças. Atualmente, a imensa superfície cinzenta e coberta de escombros demonstra os destroços da guerra

Da redação
DA REDAÇÃO

18/06/2025 • 20:11 • Atualizado em 18/06/2025 • 20:11

Ataques israelenses mataram mais de 140 palestinos nas últimas 24 horas na Faixa de Gaza. Além dos massacres quase diários, o território está devastado. Em uma das cidades, a destruição parece a causada por bombas atômicas.

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Uma reportagem do jornal israelense Haaretz revela uma terra arrasada pelos ataques quase diários e diz que a destruição de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, supera a causada pelas bombas de Hiroshima e Nagasaki, lançadas pelos Estados Unidos sobre as cidades japonesas na Segunda Guerra Mundial.

A comparação do território antes e depois da guerra é devastadora. Em outubro de 2023, a cidade ostentava prédios, mesquitas, ruas e praças. Atualmente, a imensa superfície cinzenta e coberta de escombros demonstra os destroços da guerra.

Em um hospital, centenas de feridos, carregados às pressas, depois de mais um massacre israelense perto de um centro de ajuda humanitária em Gaza. Cerca de 59 palestinos foram mortos por soldados israelenses que abriram fogo contra uma multidão que esperava por caminhões de comida. O ataque, desta vez, foi perto do corredor Netzarim, no centro do enclave.

Uma mulher, que estava com o filho internado com ferimentos graves, se revoltou: “ele foi atrás de um saco de farinha e voltou ferido dentro de uma sacola”.Como em outros massacres, o Exército Israelense disse que estava “investigando” o que aconteceu.